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JOGO DO BEM: RECURSOS DA RASPADINHA® E DO TREM DAS 11 IMPULSIONAM PROJETOS SOCIAIS EM MINAS GERAIS

A iniciativa Arte Miúda, apoiada pela Loteria Mineira, expande sua atuação de Diamantina ao Vale do Jequitinhonha e chega até Moçambique com formação artística e inclusão social

Um dos projetos mais longevos apoiados pela Loteria do Estado de Minas Gerais (LEMG), o Arte Miúda soma quase quatro décadas de atuação dedicadas à formação artística e ao desenvolvimento humano. Viabilizada, entre outras fontes, por recursos provenientes da comercialização dos jogos RASPADINHA® e Trem das 11, operados em Minas Gerais pela DáSorte Loteria, a iniciativa, com sede em Diamantina, ultrapassou fronteiras, alcançando Jenipapo de Minas, no Vale do Jequitinhonha, e chegando até Moçambique, na África.

O projeto foi criado em 1988 pela educadora Soraya Ferreira e ocupa atualmente um imóvel concedido pela Loteria Mineira. A instituição oferece aulas de Musicalização para bebês, Teoria Musical, Flauta Doce, Flauta Transversal, Violino, Viola Violoncelo, Baixo e Violão, atendendo gratuitamente crianças a partir de um ano até jovens e adultos e hoje conta com mais de 200 alunos beneficiados. 

“O Arte Miúda nasceu como uma pequena Escola de Artes Integradas que reunia música, artes plásticas, artes cênicas e balé para crianças pequenas. Naquela época, cada aluno trazia uma flauta doce e uma almofada que, somadas ao piano que levei da minha casa, deram início à escola. Nosso objetivo continua o mesmo: contribuir para a formação de seres humanos mais sensíveis e realizados”, relembra Soraya.

Atualmente, a atuação se organiza em quatro frentes: Arte Miúda Diamantina, Arte Miúda no Vale do Jequitinhonha, Arte Miúda em Moçambique e Arte Miúda na Vila Educacional das Meninas. Esta última, a mais recente, desempenha um papel fundamental na proteção e no desenvolvimento de meninas em situação de vulnerabilidade social, funcionando como alternativa de contraturno escolar e apoio às famílias.

Professora de flauta doce no núcleo do Vale do Jequitinhonha, ex-aluna do projeto e mestranda em História Social pela Unimontes, Anabela Cristina Lisboa destaca o impacto do projeto em sua própria trajetória. “Já diziam os bons: ‘A arte existe porque a vida não basta’. Compartilho desse sentimento há quatro anos como professora do Arte Miúda. Essa mesma força que me move a cantar, também me impulsionou a buscar uma segunda formação. Pude celebrar com meus alunos mais um Natal encantado e, junto dele, a conclusão da minha graduação em Pedagogia.”

Para ocupação de novas vagas são realizados ensaios abertos nas escolas municipais e estaduais. O intuito é despertar o interesse das crianças e adolescentes para a abertura das vagas que acontecem sempre no mês de dezembro para o principal projeto Arte Miúda, em Diamantina. Nas demais iniciativas as vagas são oferecidas de acordo com o interesse e observação dos professores e monitores respectivamente. 

Ao valorizar a cultura local, promover inclusão e fomentar o Jogo Responsável, a CMSL, por meio dos jogos Raspadinha e Trem das 11, atua de forma transparente e responsável, ajudando a promover a inclusão e a transformação social.
Mais do que arrecadar recursos, a empresa atua, junto com a Loteria Mineira, promovendo inovação, responsabilidade e impacto concreto na vida de quem mais precisa.

LOTERIA MINEIRA: PAPEL SOCIAL E ENTRETENIMENTO

Além do projeto Arte Miúda, a arrecadação da Loteria Mineira também apoia iniciativas de outros órgãos do Governo de Minas, por meio de ações específicas de custeio aprovadas pelo Conselho de Administração da LEMG. Todas as iniciativas ou projetos sociais, são voltadas à geração de renda, segurança alimentar, saúde, qualificação profissional, habitação, esporte e direitos humanos. 

A Loteria Mineira trabalha em conjunto com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico – SEDE a qual é vinculada em busca de ampliar a atuação da autarquia no estado e continuar cumprindo a sua valiosa missão social.

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